Demissãodasanidadeemdiálogosurreal

Mas do que é feita a periferia da estrela que enxergo e converso a noite toda?
O diálogo com ela, ou comigo mesma demite minha sanidade sem culpa
Vôo entre águas e névoas
Renasço em pedaços coloridos de páginas
O silencio não existe mais na atmosfera e a energia que cai de duas sementes me dão de graça uma carona para seus possíveis ladrilhos
Tudo é tão estonteante...
Já sabia, isso acabaria em cinzas.

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